O EEG (eletroencefalograma) registra atividade elétrica cerebral ao longo do tempo. O qEEG aplica métodos quantitativos ao sinal para apoiar análises complementares.
Embora úteis em contextos específicos, esses recursos não devem ser interpretados de forma isolada.
Boas práticas incluem:
- integração com avaliação clínica completa;
- análise por profissionais qualificados;
- atenção a artefatos, protocolo e qualidade do registro;
- comunicação transparente sobre limites e alcance dos achados.
Quando usados com critério técnico e ético, EEG e qEEG podem contribuir para hipóteses clínicas mais robustas, sem promessas indevidas ou simplificações excessivas.